SÃO MARTINHO

Posted: Novembro 9, 2016 in Uncategorized

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Como habitualmente fazemos todos os anos, vamos festejar o São Martinho no dia 11, sexta-feira. Durante a tarde, vamos oferecer as tradicionais castanhas assadas aos associados que se deslocarem ao Bar Convívio. Para acompanhar as castanhas, haverá jeropiga e água pé, a preços muito simpáticos.

À noite, caso se verifique algum interesse por parte dos associados, realizaremos o Baile de São Martinho. Caso esteja interessado, comunique esse seu interesse ao balcão do Bar Convívio

 

 

ALMOÇO/CONVÍVIO MENSAL

Posted: Outubro 29, 2016 in Uncategorized

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Informamos os associados que se vai realizar no próximo Sábado, dia 5 de Novembro, o primeiro almoço/convívio pós-férias. As inscrições devem ser feitas no Bar Convívio até às 17 horas da 5ª feira anterior. Se ainda não se inscreveu, faça-o quanto antes.

Desta vez, vai ser servida uma abundante e saborosa FEIJOADA À TRANSMONTANA.

 

Acta da Assembleia Geral Extraordinária que aprovou a proposta da Direcção para fecho das varandas frontais das habitações:

Aos dez dias do mês de Agosto de dois mil e dezasseis, pelas vinte horas e trinta minutos, realizou-se no Salão Nobre da Sede da Associação de Moradores do Bairro das Calvanas (AMBC), sita na Rua das Calvanas/Rua dos Sete Céus, lote 49, bloco B/loja, Alta de Lisboa, uma Assembleia-Geral Extraordinária, com a seguinte ordem de trabalhos: ————

  1. Período de antes da ordem do dia – (reservado à intervenção dos associados). ———-
  2. Intervenção do Senhor Presidente da Direcção. ———————————
  3. Apreciação da proposta da Direcção para aprovação do desenho/modelo para fecho das varandas frontais das habitações T4. —————————————-

Às vinte horas e trinta minutos, hora marcada para o início dos trabalhos da Assembleia-Geral Extraordinária, o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, usou da palavra para informar os presentes que por falta de quórum, a mesma iria realizar-se meia hora mais tarde com qualquer número de sócios. ————————————–

Às vinte e uma horas, o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, antes de dar início aos trabalhos, evocou o falecimento do associado António Miguel Alves Martins, lamentando a sua perda e endereçando aos familiares e amigos sentidos pêsames. Foi guardado um minuto de silêncio, em sua memória. ——————————–

De seguida, o Senhor Presidente da Mesa deu cumprimento ao primeiro ponto da Ordem de Trabalhos, perguntando se havia alguém interessado em usar da palavra no período de antes da ordem do dia. Como ninguém manifestou interesse em falar, passou ao segundo ponto, dando a palavra ao Senhor Presidente da Direcção, cuja intervenção escrita, fica a fazer parte integrante desta acta. Depois de terminada a intervenção, o Senhor Presidente da Direcção mostrou aos presentes, através do projector, os desenhos para fecho das varandas e da grade de protecção da área coberta da frente da habitação, desenhos que disse colocar à disposição dos associados, caso os mesmos fossem aprovados. O Senhor Presidente da Direcção disse ainda que o modelo apresentado era aquele que melhor se adequava à traça arquitectónica da habitação e aquele que proporcionava às pessoas, maior conforto e bem-estar. Antes de terminar, ainda respondeu aos associados nº 11 e 74 relativamente à contestação da proposta da Direcção, já que queriam que também os outros modelos existentes no Bairro fossem postos a votação, dizendo que aquele era o desenho que melhor servia os interesses dos associados e que por isso foi aprovado pela Direcção antes de ser convocada a AGE e ser posto  à aprovação dos associados. ———

Depois, o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia-Geral passou ao terceiro ponto da ordem de trabalhos e pôs à votação o desenho/modelo proposto pela Direcção, perguntando aos presentes quem se abstinha e quem votava contra. Ninguém votou contra e dois associados abstiveram-se. Perante esta votação, o desenho/modelo foi aprovado com trinta e um votos a favor e duas abstenções.

Cerca das vinte e duas horas e quinze minutos, o Senhor Presidente da Mesa deu por terminados os trabalhos da Assembleia-Geral Extraordinária, dela se lavrando esta acta que vai ser assinada pelos elementos da Mesa que a presidiram. ———————

INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA DIRECÇÃO

Caros associados, Boa noite. Obrigado a todos pela vossa presença.

Viver em comunidade é fácil, desde que todos estejam imbuídos do mesmo espírito comunitário, espírito esse que privilegia o colectivo em detrimento do individual.

Nenhuma Comunidade será verdadeiramente forte se não for suficientemente unida e solidária. As grandes conquistas só acontecem quando existe uma forte união e espírito de entreajuda.

Para valorizar ainda mais o que acabo de vos dizer, não posso deixar de vos recordar as palavras proferidas pelo Senhor Presidente da República relativamente ao desfecho do processo sancionatório imposto pela União Europeia por causa do défice excessivo de Portugal: “Neste processo, ficou demonstrado que a união faz a força e que todos unidos somos muito mais fortes”.

Esta Comunidade de Calvanas, lamento dizê-lo, está em franca decadência. Há gente que tem habitação aqui no Bairro mas não vive no Bairro; é gente estranha, ausente, não participa nas suas acções, não cumpre com os seus deveres para com a Colectividade e não convive com a Comunidade.

Havendo, como há, uma Associação de Moradores, não faz sentido que cada um continue a fazer as coisas à sua maneira, coisas que não pode fazer, persistindo em não partilhar as suas intenções ou ideias com os dirigentes da AMBC, para que em conjunto, se possam apreciar os projectos, discuti-los, aperfeiçoá-los e finalmente aprová-los, caso seja essa a vontade da maioria..

O que se tem visto, é que cada um faz o que lhe vem à cabeça, sem se preocupar sequer em adquirir a respectiva licença para as obras e muito menos em conservar a uniformidade arquitectónica exterior das habitações.

Todos nós temos direitos e deveres. Quem é responsável, sabe perfeitamente quais são os seus direitos mas também quais são os seus deveres. É um procedimento difícil de compreender porque uma decisão tomada em conjunto e aprovada pela Comunidade, tem muito mais peso e muito mais hipóteses de ter sucesso do que qualquer iniciativa tomada a título individual.

A AMBC tem insistentemente batido nesta tecla desde a sua fundação mas uma boa parte dos associados não lhe tem dado grande importância. Para além da realização de outras obras de muito mau gosto, alguns associados decidiram também agora, por sua conta e risco, fechar as varandas frontais, existindo actualmente pelo menos cinco modelos diferentes aplicados.

A AMBC, em devido tempo, solicitou à Câmara e ao autor do projecto de construção do Bairro, o arquitecto Frederico Valsassina, autorização para colocar grades de protecção na frente e nas traseiras das habitações, cobrir os telheiros dos T3, fechar as varandas e colocar telhados. Como é do conhecimento dos associados, foram aprovados somente os projectos de cobertura dos telheiros e colocação de grades de protecção nas traseiras e laterais das habitações..

Mais recentemente, após nova insistência da AMBC para fecho das varandas e colocação de grades de protecção na parte frontal das habitações, foi novamente negado provimento ao nosso pedido, tendo sido autorizada a colocação de uma grade no limite da área coberta da entrada para as habitações, desenho que se encontra na nossa posse e que será disponibilizado aos associados interessados em colocar a referida grade.

Assim sendo, constatamos que nenhum dos modelos aplicados no fecho das varandas foi submetido à aprovação da Câmara e ao autor do projecto de construção do Bairro. Nesse sentido, não existindo essa autorização, quem fizer as obras, fá-las por sua conta e risco e se também forem feitas à revelia da AMBC, ainda mais riscos vão correr.

Independentemente de discordar da forma unilateral como as coisas são feitas, é opinião unânime da Direcção da AMBC  que o fecho das varandas traz benefícios consideráveis à habitação, a qual fica muito mais protegida das rigorosas e adversas condições climatéricas do Verão e do Inverno, dando mais conforto e bem-estar a quem nelas habita.

Nesse sentido, porque a Associação de Moradores sempre defendeu e defende os interesses dos associados, está empenhada em fazer aprovar em Assembleia-Geral um modelo que até já está concretizado em meia dúzia de habitações, para que o mesmo seja adoptado, de forma uniforme,  por todos quantos tenham intenção de fechar as varandas.

Provavelmente, se tivesse havido uma discussão prévia sobre o modelo a aplicar, talvez o produto final tivesse sido mais adequado. Porém, uma vez que alguns associados já realizaram as obras de fecho das varandas, entendeu a Direcção da AMBC que o desenho possui alguma qualidade e um enquadramento aceitável na arquitectura da casa, motivo pelo qual mereceu a aprovação da Direcção da AMBC que não deixará de o defender junto das entidades responsáveis, caso venham a criar dificuldades.

E neste capítulo, que fique bem claro: a AMBC só defenderá alterações às fachadas exteriores das habitações, se as mesmas forem do seu conhecimento e tiverem sido aprovadas em Assembleia-Geral.

Que não haja dúvidas: para benefício de todos, temos que nos habituar a actuar colectivamente, discutindo os problemas em conjunto e depois optar pelas melhores soluções, aquelas que melhor sirvam os interesses de todos.

Voltamos a repetir, não se compreende que até associados que pertencem aos Órgãos Sociais da AMBC tenham fechado as varandas sem terem discutido o assunto no seio da Direcção.

Aquilo que é bom para uns, com certeza que também será bom para os outros. Nesse sentido, é essencial que todos tenham conhecimento e participem no estudo e elaboração dos projectos de possíveis alterações e depois os aprovem em Assembleia-Geral.

Em resumo, é bom que fique bem claro que a AMBC estará sempre ao serviço dos interesses dos associados, os quais defenderá intransigentemente, sempre que os mesmos beneficiem toda a Comunidade. É portanto de todo o interesse que futuramente não haja mais iniciativas individuais e que todas as alterações que se venham a verificar sejam conhecidas, debatidas e aprovadas em Assembleia-Geral.

Há pouco quando referia que esta Comunidade está em decadência, pelos motivos que atrás foram expostos, faltou dizer que um número considerável de sócios fundadores, deixou de cumprir os seus deveres para com a Colectividade, não liquidando as suas quotas por um período superior ao que é permitido pelo Regulamento Interno.

Na verdade, ninguém é obrigado a ser sócio e a pagar quotas. Se esses associados entendem desligar-se da AMBC, devem pedir a sua exclusão por escrito. Se o não fizerem e entretanto também não liquidarem as suas quotas, a Direcção vai tomar a iniciativa de excluí-los automaticamente por falta de pagamento de quotas, já que o período máximo tolerável de incumprimento é de seis meses.

Era o que tinha para dizer com toda a clareza e frontalidade a esta Assembleia. Mais uma vez, obrigado a todos pela vossa presença.

Bairro das Calvanas, 10 de Agosto de 2016.

 

REGULAMENTO DO BAIRRO

Posted: Julho 12, 2016 in Uncategorized

Porque as pessoas se esquecem rapidamente dos compromissos que assumem, pensamos ser oportuno divulgar no nosso site, o Regulamento do Bairro, aprovado por unanimidade  na Assembleia-Geral Ordinária de 26.01.2007:

REGULAMENTO DO BAIRRO – PER 13 – Cópia (14)

 

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A AMBC tem pugnado ao longo destes últimos 9 anos pela preservação da traça original das habitações do Bairro e, de certa forma, de todo o seu espaço físico.

Tal tarefa não tem sido fácil porque infelizmente há associados apostados em contrariar os desígnios da AMBC, preferindo actuar a solo, desgarradamente, e a fazer as coisas à sua maneira.

Há associados convencidos de que ainda vivem no antigo Bairro das Calvanas e, por isso mesmo, continuam a actuar da mesma forma, clandestinamente, adulterando, de forma  abusiva e leviana, a traça arquitectónica exterior das habitações, cujo projecto foi distinguido com o 1º Prémio de Arquitectura INH/2006, sem se preocuparem em submeter as alterações, à aprovação do Departamento Camarário competente.

A AMBC tem vindo, sistematicamente, a aconselhar os associados para não fazerem alterações sem que as mesmas lhe sejam comunicadas, para que depois sejam discutidas e aprovadas em Assembleia-Geral, para que todos os associados possam ter acesso à planta e depois executar as obras, respeitando integralmente as suas medidas e os materiais a aplicar.

Nesse aspecto, é de lamentar que haja associados que teimam em não cumprir a lei e a ignorar os apelos e conselhos da AMBC que sempre defendeu os seus interesses.

De qualquer forma, a AMBC vai continuar a pugnar pelos interesses do Bairro e não vai alterar a sua posição relativamente às alterações da traça arquitectónica exterior das habitações: ou se obtem uma aprovação camarária ou então as mesmas têm que ser objecto de discussão entre os associados e aprovadas em Assembleia-Geral, para garantir que tais alterações sejam absolutamente uniformes.

33º ANIVERSÁRIO

Posted: Julho 4, 2016 in Uncategorized

Comemorámos mais um aniversário da AMBC, o 33º, no passado sábado, dia 2 de Julho de 2016, com a realização de um almoço especial.

Foi um convívio excelente, protagonizado por cerca de 60 dedicados associados, aqueles que normalmente estão sempre presentes nos eventos da Colectividade. Um grande obrigado para todos eles.

Todos os presentes foram unânimes em salientar que tanto a grelhada mista de carne como a sardinha assada estavam óptimas.

No final do repasto, o Senhor Presidente da Direcção fez uma intervenção alusiva à efeméride, a qual reproduzimos a seguir.

Depois, os associados passaram para a Sala de Jogos, onde estava o bolo de aniversário, para cantar os parabéns e fazer um brinde ao sucesso da AMBC e à saúde e bem-estar dos associados.

Depois, foi apagar as velas, partir o bolo e distribuí-lo pelos presentes que também tiveram direito a uma taça de champagne.

Segue a intervenção do Senhor Presidente da Direcção:

Caros associados:

Estamos hoje aqui para comemorar o 33º aniversário da fundação da AMBC. Todos se lembram do seu percurso, da sua acção e como ela foi importante na defesa dos interesses do Bairro e dos seus moradores.

É caso para dizer que foram 33 anos de luta, de muita luta, para que tivesse sido possível dotar o antigo Bairro de infraestruturas que proporcionassem condições que respeitassem e dignificassem os seus habitantes e, depois, se cumprisse o principal objectivo da AMBC, a construção de um novo Bairro com as mesmas características.

Com o nosso querer, a nossa garra e a nossa determinação e teimosia, lutando contra tudo e contra todos, esse grande objectivo foi alcançado, tendo sido o único caso de realojamento em que foi construído de raíz, um novo Bairro com casas unifamiliares, reivindicado e patrocinado por uma modesta Associação de Moradores e destinado aos seus associados.

Se tivermos em linha de conta a má vontade do Executivo camarário do Partido Socialista e os grandes entraves e dificuldades que nos criou, tanto no início como na parte final do projecto, poderemos dar-nos por satisfeitos e felizes com a sua conclusão, em condições bastante favoráveis, as quais, a certa altura, pareciam ser impossíveis de alcançar, tal era o empenhamento do Executivo Socialista e da Directora Municipal da Habitação em impedir  que tais condições se concretizassem.

Esta é, sem dúvida,  uma longa e complicada história que ainda não foi devidamente denunciada e que espero venha a ser publicada em livro para que possa ser conhecida na íntegra mas que possa também chegar ao conhecimento do poder Executivo, Legislativo e Judicial para verificarem uma vez mais, como o PODER, assente nos partidos políticos, é nefasto e vingativo, quando estão em causa ideias ou projectos oriundos de pessoas que não comungam da mesma ideologia.

Desde sempre ouvi dizer que “depois da tempestade vem a bonança” e na verdade assim é também na vida das pessoas. Depois de tantos anos de luta, estamos finalmente numa fase de tréguas, com as nossas habitações praticamente legalizadas e com a certeza absoluta de que elas são mesmo nossas. Uma certeza que eu sempre tive, ao contrário de alguns associados que me manifestaram inúmeras vezes os seus receios quanto à posse definitiva.

Hoje, já nenhum associado tem dúvidas quanto à posse plena das habitações. Porém, aproveito a ocasião para informar que, embora sendo nossas, teremos que ter algum cuidado na conservação da sua traça arquitectónica original exterior, a qual não permite alterações sem que as mesmas sejam  devidamente avaliadas e aprovadas pelo responsável do Projecto de Construção e também pela CML.

Para que a AMBC defenda os interesses do Bairro e dos seus moradores, é necessário que tudo quanto implique alterações exteriores à traça original das habitações, seja do seu conhecimento, tenha o seu consentimento e posteriormente sejam aprovadas em Assembleia-Geral. Este acto é importantíssimo porque ao ser escrutinado e sancionado pelos associados, a partir desse momento, até poderemos realizar essas alterações, de forma homogénea, com a certeza de que dificilmente essa deliberação colectiva será sancionada pelas entidades atrás referidas.

A Associação estará sempre ao lado dos moradores, desde que haja diálogo e entendimento e se reconheça que aquilo que se quer realizar é necessário e útil. Que ninguém conte com a Associação para colaborar na descaracterização do Bairro e na sua total adulteração. Se queremos fechar as nossas varandas, terá que ser aprovado um projecto comum que terá que ser aplicado rigorosamente por todos os associados que pretendam executá-lo.

Já foi pedido o desenho do trabalho realizado na varanda do associado Acácio Pereira Barosa, o qual, se os associados o aprovarem em Assembleia-Geral, poderá servir de modelo para todo o Bairro. Entretanto, a Direcção aconselha os associados a não se precipitarem a fazer alterações avulsas no exterior das habitações, porque se não forem do conhecimento e concordância da AMBC, se houver problemas, não poderão contar com a defesa da Colectividade, antes pelo contrário.

Já solicitámos, em devido tempo, ao gabinete do arquitecto Frederico Valsassina, autorização para colocar o telhado, fechar a varanda e aplicar  grades de protecção na frente da casa. Ainda não nos foi dada uma resposta definitiva sobre o telhado mas já nos foi comunicado um parecer negativo relativamente à varanda e à grade. Foi autorizada apenas uma grade na entrada, colocada no limite da parte coberta. É natural que não percebam exactamente o local mas na próxima Assembleia-Geral apresentaremos os desenhos e faremos a explicação necessária, os quais serão colocados à consideração dos associados para votarem a sua aprovação ou a sua reprovação.

Uma comunidade unida, é uma comunidade forte e respeitada. Todos juntos seremos capazes de defender os nossos interesses, seguir em frente e ultrapassar todos os obstáculos.

Nesta hora de convívio comemorativo, quero dirigir uma palavra de louvor e agradecimento a todos os dirigentes e associados que ao longo destes 33 anos de existência têm colaborado com a AMBC e comungado dos seus ideais, pois sem o seu grande contributo seria impensável construir um historial tão extenso e valioso. É claro que me refiro a todos, mesmo àqueles que em determinado momento do nosso difícil percurso, nos deixaram,  interrompendo bruscamente a sua missão terrena, partindo  rumo à eternidade, cumprindo a vontade de Deus.

Com a humildade e a frontalidade de sempre mas também com um grande  motivo de orgulho, quero dizer-vos que continua aqui hoje, na vossa presença, tal como há 33 anos, visivelmente mais velho e mais gasto, o homem que sonhou fundar uma Associação de Moradores para resolver mais facilmente os problemas do Bairro e dos seus moradores; o homem que acreditou ser possível fazer do antigo Bairro um lugar onde todos pudessem viver com alguma dignidade e dotá-lo das infra-estruturas necessárias; e está também aqui o homem que idealizou, reivindicou e apostou muito forte na realização de um projecto de realojamento inovador e único em todo o País que passava pela construção de um novo Bairro com as mesmas características.

Pois bem, meus amigos, sem falsas modéstias, é um grande orgulho poder dizer-vos que todos esses grandes projectos idealizados, com as dificuldades que todos conhecem, foram apostas ganhas e contribuíram decisivamente para a felicidade e o bem-estar dos associados.

A nossa capacidade de realização foi sempre excepcional e a prová-lo estão estas magníficas instalações em que nos encontramos, obra que só foi possível porque somos efectivamente e excepcionalmente unidos e lutadores.

Porém, ao contrário do que alguns (poucos) pensam, a tarefa desta Associação ainda não terminou. À medida que vamos ficando cada vez mais idosos, maior será a nossa vulnerabilidade e dependência de terceiros. Se nós quisermos, a AMBC poderá exercer um papel preponderante na nossa velhice, proporcionando meios adequados àqueles que venham a precisar de apoio. Temos instalações que podem ser adequadas à prestação de serviço social aos nossos idosos, basta que seja essa a vontade dos associados.

Que esta comunidade continue exemplar e possa continuar a ter uma vida bonita e a desfrutar das suas casas durante muitos anos, com muita saúde, paz e amizade.

Antes de terminar, quero agradecer aos dirigentes e associados que mensalmente têm colaborado na logística dos almoços/convívio, pois sem a sua ajuda teria sido difícil mantê-los.

Um grande obrigado pela vossa presença e um forte abraço de amizade para todos vós.

 

 

É já amanha que terá lugar o tradicional ALMOÇO DE ANIVERSÁRIO, um evento que tem sido cumprido religiosamente, ao longo dos 33 anos de existência da AMBC.

Este ano, devido aos compromissos com os almoços/convívio mensais, o aniversário vai comemorar-se no primeiro sábado de Julho mas isso nunca aconteceu. Como a Colectividade faz anos a 17 de Junho, normalmente, o almoço tinha lugar no primeiro sábado imediatamente a seguir à data da fundação.

Seja como for, amanhã vamos ter um almoço digno dos nossos 33 anos de existência com uma bela sardinhada na brasa e uma grelhada de febras, entrecosto, entremeada e mini-salsichas, para além de todos os outros acompanhamentos do repasto.

Estão cerca de meia centena de associados inscritos e é com esse número que contamos, pois foi em face dessas inscrições que foram adquiridas as quantidades de carne e de peixe.

Então até amanhã.DSC01280