Monthly Archives: Julho 2014

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Ao fim de 7 anos, 6 meses e 4 dias, eis que chegou finalmente o dia da realização das escrituras de compra e venda, para sossego dos associados que durante todo este tempo viveram sob o signo da incerteza.

Neste momento, todas as dúvidas que existiam na cabeça de alguns associados, estão completamente esclarecidas e vai acontecer precisamente aquilo que a Direcção da AMBC foi dizendo ao longo do tempo:

1 – No caso de algum dos associados titulares da habitação falecer, a mesma pertencerá sempre aos herdeiros;

2 – Os valores a pagar, serão sempre os que constam do contrato promessa de compra e venda, uma vez que a demora na realização da escritura, não é da responsabilidade dos associados;

Nesse sentido, alertamos os associados para não aceitarem valores que não estejam de acordo com o ponto nº 2. Os associados entregaram uma determinada importância no acto da assinatura do contrato promessa de compra e venda e agora terão que entregar o montante remanescente no acto da celebração da escritura de compra e venda.

A AMBC gostaria que as coisas tivessem sido mais céleres mas a verdade é que a Câmara Municipal de Lisboa, por motivos que não nos interessa especular, demorou 9 anos para concretizar o projecto de construção das habitações e entregar as chaves aos associados e depois mais de 7 anos para realizar as escrituras.

Foi de facto muito tempo, tempo demasiado, mas felizmente chegou ao fim esse pesadelo. Pena que alguns associados já não possam desfrutar desta boa notícia, porque entretanto partiram para o Além Desconhecido onde todos nós iremos parar, mais cedo ou mais tarde, porque esse é o destino de toda a humanidade, sem excepção e por isso se diz que “no nascer e no morrer, todos somos iguais”.

Felizmente que uma grande maioria dos associados resistiu a todo esse calvário que foi o “Processo de Realojamento”, tendo agora a satisfação de ver chegado o momento de regularizar uma situação que se arrastava há demasiado tempo, com a realização da escritura de compra e venda.

Lembramos que os documentos exigidos para poder celebrar a escritura são: Bilhete de identidade ou cartão de cidadão, cartão de contribuinte, certidão de inexistência de dívidas nas Finanças, certidão de inexistência de dívidas à Segurança Social e em caso de falecimento do titular, será necessária a habilitação de herdeiros. Para além dos documentos, claro, fazer entrega da importância total em dívida.

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UMA VISITA DE CORTESIA

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As alunas da ESEL (Escola Superior de Enfermagem de Lisboa), Andreia e Patrícia que prestaram serviço social na Colectividade entre o início do mês de Outubro de 2013 e 31 de Janeiro de 2014, ensinando aos nossos associados seniores como lidar com o computador, vieram fazer-nos uma visita, esta tarde e aproveitar para matar saudades. Pena que não foi possível reunir os alunos para uma confraternização mais alargada. Mesmo assim, apenas com a presença da Dª Francelina, a Dª Isilda a Ana e o Manuel Meireles, foi possível conversar e tomar um chá em conjunto e depois ainda houve tempo para aprenderem a fazer as pulseiras da moda, com os célebres elásticos multicores chineses e ajudar a Ana a preparar as rifas que sobraram dos Santos Populares para tentar realizar mais algum dinheiro.

Foi um gesto bonito da Andreia e da Patrícia, o qual muito agradecemos e, ao mesmo tempo nos enche de satisfação, porque só se tem vontade de voltar ao local onde antes se esteve, se na verdade gostámos e fomos bem tratados. Obrigadas, voltem sempre.

PLACAS TOPONÍMICAS PARA IDENTIFICAÇÃO DAS RUAS DO BAIRRO

placa toponímica
CUSTARÁ ASSIM TANTO ENCOMENDAR NUMA CASA DA ESPECIALIDADE, UMA PLACA EM GRANITO, COM A RESPECTIVA INSCRIÇÃO?


No dia 17 de Maio, na sequência da intervenção do Senhor Presidente da Direcção da AMBC na Reunião de Câmara Descentralizada realizada no dia 07.05.2014, sobre os problemas do Bairro, a Colectividade recebeu um mail da CML informando que o processo para colocação das placas de identificação nas ruas António Duarte, António Dacosta, Hein Semke e Bairro das Calvanas, estava concluído e que o mesmo tinha sido transferido para a Junta de Freguesia de Santa Clara, para execução.

Entretanto, passou mês e meio e da Junta de Freguesia, a AMBC não recebeu qualquer informação sobre o assunto; nesse sentido, a Direcção decidiu participar na Assembleia de Freguesia que se realizou no dia 30 de Junho pelas 21 horas, onde o Presidente da Direcção, uma vez mais denunciou os problemas do Bairro ao nível da higiene e limpeza, espaços verdes, vedação dos terrenos adjacentes ao Bairro e chamou a atenção para a urgência da colocação das placas de identificação, devido aos graves problemas que tem causado à Comunidade, tendo inclusive solicitado que lhe fosse adiantado um prazo, solicitação que não foi atendida. Neste caso, quando se esperava uma certa sensibilidade e compreensão por parte da Senhora Presidente, esta respondeu que se o Bairro esteve 7 anos sem identificação nas ruas, não compreendia porque tínhamos agora tanta pressa, adiantando que o Executivo tomou posse há poucos meses e que ainda não teve tempo de resolver todos os problemas.

É difícil compreender porque razão ainda não foram colocadas as placas de identificação, uma vez que o nome atribuído às ruas foram aprovados em 2008 e 2010, sabendo os responsáveis que tal situação cria inúmeros problemas aos residentes, nomeadamente, ao nível da documentação mas também aos prestadores de serviços e a todos quantos necessitam, por outras razões, de se deslocar ao Bairro das Calvanas.