Monthly Archives: Março 2015

RUA DAS CALVANAS

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A Rua das Calvanas é uma homenagem ao antigo Bairro, demolido, por fases, entre 2000 e 2007, para dar lugar à construção do Eixo Central e Avenida Santos e Castro, o qual se situava entre o parque de material circulante e oficinas do Metro de Lisboa e a rede de protecção das traseiras do aeroporto da Portela e era cortado ao meio pela antiga avenida Santos e Castro.

Mas a Rua de Calvanas é também uma referência e uma homenagem ao novo Bairro, cujo nome se manteve por vontade expressa dos associados, em perfeita sintonia com a orientação da Direcção da AMBC que desde sempre demonstrou interesse em dar ao novo Bairro e a uma das artérias, o mesmo nome.

Esse desejo foi agora concretizado com a colocação das respectivas placas de identificação, passados 8 anos sobre a entrega das chaves, mas como diz o ditado, “vale mais tarde do que nunca”.

Finalmente, muitos dos problemas com que os associados se confrontaram ao longo deste período vão desaparecer, porque a partir de agora, será mais fácil para os fornecedores e todos aqueles que necessitam deslocar-se ao Bairro das Calvanas encontrar a morada, podendo agora, em definitivo, actualizar todos os documentos pessoais.

 

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VAI MUDAR NOVAMENTE DE LOCAL A FEIRA DAS GALINHEIRAS

Está para breve a mudança da Feira das Galinheiras. E não vai para muito longe. O novo local fica a 200 metros de distância, logo a seguir à ponte sobre o Eixo Norte Sul, nas costas do SIS e faz fronteira com a Rua Maluda. As obras estão em fase de acabamentos e no espaço de mais um mês, caso não apareça nenhum imprevisto de última hora, a feira deve mudar de ares.

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Da nossa parte, sempre dissemos que o espaço actual não reunia as condições necessárias para os feirantes poderem expor os seus produtos em condições de higiene e limpeza e, consequentemente, também para os cidadãos que a visitavam as condições não eram melhores. O espaço não era vedado e não possuía casas de banho públicas. Pelo facto de o recinto não ser vedado, toda a área envolvente ficava cheia de lixo e não era limpa porque a limpeza apenas contemplava o recinto da feira.

Já que a feira vai continuar a existir, esperamos que o novo recinto seja vedado e seja contemplado com sanitários públicos, algo que é indispensável para os feirantes e para os milhares de pessoas que ali se deslocam.

ferramentas, flores, candeeiros, mobiliário, etc.