Monthly Archives: Abril 2018

COMO EXPLICAR?…

Para quem não tem memória curta, lembrar-se-á certamente de quão concorridas eram as Assembleias Gerais de Moradores antes de serem atribuídas as habitações. Na antiga Sede, o Salão era pequeno para acomodar todos os associados que queriam participar nas Assembleias Gerais e, por isso mesmo, ficavam em pé à entrada do Salão e até na varanda.

já no novo Bairro, as Assembleias Gerais continuaram a ser concorridas, provavelmente porque pairava ainda a dúvida na mente de muitos associados sobre a concretização do Processo de Realojamento, nomeadamente quanto à realização das escrituras.

Pois bem, neste momento parece que já ninguém tem dúvidas sobre nada e, por isso mesmo, já não precisam de comparecer às Assembleias Gerais nem tão pouco necessitam de continuar como associados, uma vez que nos últimos 2 anos foram excluídos cerca de três dezenas por falta de pagamento de quotas.

É claro que ninguém é obrigado a comparecer nas Assembleias. É claro que ninguém é obrigado a ser associado. Porém, neste caso, depois do trabalho meritório desenvolvido pela AMBC do qual resultou um Processo de Realojamento único no País e em que cada associado recebeu uma habitação tipo vivenda por aproximadamente 1/5 do seu valor, o procedimento dessas pessoas deveria ser bem diferente.

Não é que estejamos admirados com estes procedimentos pois há muito que sabemos do que o homem é capaz. Mas numa comunidade tão pequena que teve o privilégio de conseguir algo que era quase impensável, não se compreende tão desajustada atitude. Costuma dizer-se e com alguma razão: “Os actos e as atitudes ficam com quem as pratica”.

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ESPAÇOS VERDES – DESFAZER PARA VOLTAR A FAZER

Na semana passada, reparámos que a Junta de Freguesia de Santa Clara procedeu à recolocação de algumas plantas (alecrim e alfazema) em dois locais do Bairro. Acontece que aqueles espaços já haviam sido ajardinados e dotados de sistema de irrigação gota a gota mas há cerca de quatro anos, segundo directrizes da JFSC, todas as plantas e sistema de irrigação foram arrancadas, tendo sido colocada relva no seu lugar. A relva nunca vingou e agora a JFSC voltou a replantar a mesma espécie de plantas mas ainda não colocou o sistema de irrigação. Se o não fizer antes de entrar o verdadeiro calor, é certo que as plantas irão todas secar. Aliás, quis-nos parecer que o alecrim apresentava bom aspecto mas a alfazema não.

Deixamos umas fotos que mostram a plantação que agora foi feita em contraste com aquela que lá estava e que remonta a 2007.

EXCURSÃO DE 21.04.2018

Decorreu em ambiente de alegre camaradagem o passeio promovido pela AMBC que, como oportunamente noticiado, saiu da Sede da AMBC às 7,30 horas da manhã, rumo a Óbidos, onde ocorreu a primeira paragem para visita à bonita e pitoresca vila muralhada e também para tomar o pequeno almoço e provar a apreciada ginjinha de Óbidos, servida em chávena de chocolate. A chuva foi compreensiva para com a nossa gente, na medida em que lhe permitiu concluir a visita e só os mais atrasados é que ainda apanharam alguma. Depois, a viagem até São Martinho do Porto foi feita sobre chuva intensa, motivo pelo qual a visita foi feita apenas ao longo da Avenida que rodeia a baía, sempre dentro do autocarro. De igual forma, tivemos sempre chuva até à Nazaré, motivo pelo qual também não foi possível fazer as visitas apeadas previstas na parte histórica da cidade e no Sítio, embora algumas pessoas ainda tenham saído para fazer algumas compras.

Da Nazaré partimos para a Benedita, com destino ao Restaurante “O Bigodes”, onde nos esperava um espaço reservado para 52 pessoas e um substancial almoço, tendo como pratos principais bacalhau à Chefe, polvo à lagareiro, cozido à portuguesa, vitela estufada e bochecha de porco no forno. As pessoas apreciaram a comida e tudo o resto estava bom, nomeadamente as diversas sobremesas.

Depois do almoço tudo foi diferente porque deixou de chover a caminho de Fátima, o que nos permitiu fazer as compras na Paramentaria de Fátima e depois fazer a visita ao Santuário em óptimas condições atmosféricas, com a presença de um radioso sol. Ali parámos durante cerca de 2 horas, onde cada um utilizou o tempo da forma que achou mais conveniente. Cerca das 18 horas regressámos ao sítio de partida, onde chegámos cerca das 19,30 horas.

Durante o tempo que se permaneceu no autocarro (e foi muito), houve animação, com a participação de todos que cantaram fados e canções diversas e nem sequer faltaram algumas boas anedotas para fazer rir a malta, contadas pelo Presidente da Direcção.

A todos agradecemos a preciosa colaboração, prometendo que procuraremos organizar mais e melhores passeios.

Deixamos algumas imagens do evento: