Monthly Archives: Fevereiro 2013

HAJA QUEM SIGA O EXEMPLO

O Bairro ficou concluído no terceiro trimestre de 2006 e as famílias associadas com direito ao realojamento, tomaram conta das suas casas em 1 de Fecereiro de 2007, fez agora, precisamente, 6 anos.

Desde então para cá, os espaços verdes não foram devidamente cuidados pelos serviços camarários competentes e não foram repostas as plantas que ao longo do tempo secaram, por actos de vandalismo ou por falta de água.

Nesse sentido, há que enaltecer a preocupação de alguns moradores que têm colaborado na limpeza e na ocupação dos espaços vazios, repondo algumas plantas, com o objectivo de os tornar um pouco mais atractivos.

Seria óptimo que cada morador na área da sua residência limpasse e repuzesse as plantas em falta, mesmo que não fossem da mesma espécie.

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SALÃO BAR CONVÍVIO

No terceiro trimestre de 2012, o Salão Bar Convívio foi objecto de uma importante remodelação, tornando-o mais funcional e mais atractivo para os associados.

O Salão foi totalmente pintado, foi criada uma área devidamente demarcada para os jogos de salão e colocado um painel em vidro acrílico, de côr verde, em toda a extensão da parede.

As fotos que publicamos ilustram esse trabalho.

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VIVER EM CONDIÇÕES MISERÁVEIS

Nesta barraca sem um mínimo de condições de habitabilidade, vive um cidadão de nacionalidade sãotomense, há mais de 6 anos, abandonado por tudo e por todos, mesmo por aqueles que são pagos por instituições de solidariedade social e têm por missão prestar auxílio a todos quantos não têm condições económicas, físicas ou mentais para por si só poderem sobreviver.

O caso deste cidadão que vive nas condições mais miseráveis que se possam imaginar, é bem o exemplo do mau funcionamento das instituições de solidariedade social que perante diversas denúncias da situação, não foram capazes de actuar.

O cidadão vive num antro miserável, sem quaisquer condições de dignidade, sem água, electricidade, saneamento e rodeado de dezenas de enormes ratazanas que disputam e partilham a sua parca alimentação, generosamente oferecida por pessoas que se condoem com a sua extrema miséria.

A AMBC não tem possibilidades de resolver estas situações mas tem alertado algumas instituições. Vamos de novo insistir junto da Santa Casa para avaliar a gravidade desta situação e, se possível, alcançar uma solução.

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